cyborg

A velha frase motivacional dos cursinhos de pré-vestibular nunca fez tanto sentido em minhas andanças pelas notícias.

Depois do fantasminha robô camarada, uma equipe japonesa modificou geneticamente os óvulos de uma rã e os ligaram a um robô para estudar a possibilidade de desenvolver um ciborgue farejador de alta precisão.

A pesquisa foi liderada pelo cientista Nobuo Misawa na Universidade de Tóquio.

No experimento foram utilizados óvulos da rã-de-unhas-africanas (Xenopus laevis), devido a facilidade de manipulação e estudo.

Foram instalados eletrodos nos óvulos para que fosse possível visualizar o “farejador” trabalhando de acordo com o movimento da cabeça de um robô.

O equipamento se mostrou bastante compacto (já que não há necessidade de microscópios ou micromanipuladores); extremamente sensível (pois capta moléculas numa concentração de 2 partes por bilhão) além de ser seletivo, já que pode ser ativado com apenas um tipo de odor.

Folha

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