Todos já devem ter assistido alguma vez na vida um filme que prometia muito, mas que no final das contas não passava de mais uma tentativa frustrada de emplacar um elenco “fraco” e uma história sem nenhum atrativo.
Esse é o caso do filme Redline (Andy Cheng – 2007), que antes do lançamento prometia ser um tipo de Velozes e Furiosos com “carros de verdade” (Leia-se super-esportivos), mas que no final das contas se mostrou um filme muito fraco, tanto de história quanto elenco.
Atores e atrizes de pouca ou quase nenhuma fama (Eu só conhecia o Eddie Griffin) dividiram a cena com carros que já são bastante conhecidos pelo público em geral (Ferrari, Saleen, Porsche, Lambo, etc).
A história é meio confusa, sem nexo e “rasa”. Milionários apostam dinheiro em seus pilotos e investem milhares de dólares em carros “exóticos” e de muito glamour. Uma moça mecânica que perdeu o pai pilota muito, conhece um militar recém chegado do Iraque e mais um pouco de corrida no meio e no fim do filme.
Posso resumir o filme em: Natasha (Nadia Bjorlin) prepara um Ford GT para que o rico quase quebrado Infamous (Eddie Griffin) tenha com o que participar na “grande” corrida. Tio Michael (Angus Macfadyen) entra no meio da história, faz chantagem, bebe um pouco, mais um pouco de chantagem, aposta umas barras e no final perde a aposta. Natasha termina com Carlo, e de quebra leva uma Ferrari Enzo e um Koeninseughnetc CCX.
O que você aproveita no filme:
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Carros exóticos.
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Mais um pouco de Nadia Bjorlin.
O que você deve ignorar no filme:
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Tudo o que não foi citado acima.