Era uma noite quente de Abril, estava a navegar pela internet lendo opiniões sobre o RC1 do Windows 7 que acabara de ser lançado. Estava meio descrente, pois já havia instalado seu antecessor em minha máquina sem muito sucesso (Um Athlon 64 3200+ com 1Gb de Ram) e estava receoso em testar o novo SO de Redmond.

Depois de uma longa noite de sono acordei com a idéia fixa na cabeça: “Vou baixar e instalar o 7 aqui.”
Busquei por algum torrent descente, com seeds suficientes para saciar a minha curiosidade em usar o Windows 7. Encontrado o torrent, coloquei-o em minha fila de downloads e parti pra árdua tarefa de abrir espaço na partição primária para abrigar o meu mais novo SO.
Algum tempo depois consegui realizar todos os backups e de quebra liberei uns espaços em outras partições.
Tudo pronto e a aventura teve início. Iniciei a instalação limpa do novo SO da Microsoft. Alguns minutos depois o estrago estava feito, o Windows já havia iniciado e eu estava de frente para a área de trabalho.
Alguns cliques para me localizar alí e de cara pensei: “Tá” rápido!!!
Comecei a instalar alguns jogos e atualizar os drivers a medida que encontrava versões atualizadas para Windows Vista ou os próprios para o Sete. A cada reinício a sensação de velocidade me impressionava, não havia lags na utilização dos softwares de uso diário, e os jogos pareciam mais espertos que com o Windows XP.
Mas tudo acabou quando precisei voltar a trabalhar com Photoshop CS3 e Corel Draw X4… Imaginem rodar Windows 7 com ambos os softwares abertos e de quebra rolando algumas músicas no WMP numa máquina equipada com 1GB de RAM. Foi a pior experiência até então com minha máquina. Depois disso acabei por me rendendo ao XP SP3 novamente e estou até hoje com aquele gostinho de: Quero mais do Sete.
Moral da história: Terei que quebrar o porquinho para apimentar um pouco a máquina.